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Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010

Capítulo Quinze

Olá!

Finalmente o tão esperado capítulo.

Não tenho mais nada a dizer, simplesmente desfrutem este capítulo que foi um dos que gostei de escrever...

E a partir de hoje vou começar a dedicar capítulos.

Este dedico ao blog Inspiração de Luar.

Um rapariga que começou, por baixo, mas rapidamente encontrou o caminho correcto.Um caminho que agora, lhe permite ter uma fanfic que eu adoro. E é uma leitora por quem tenho muito carinho e veneração.

Espero que gostem.

 

 

 

 

A luz da lua que entrava pela janela ,iluminava por completo o meu triste e desarrumado quarto.Essa luz era a única coisa que dava alegria ao lugar ao qual eu chamava, refúgio familiar. Lugar cujo alguns anos os meus pais juraram amor eterno, ao decidirem-se casar. Lugar onde derramei muitas lágrimas de sofrimento, onde gritei de loucura e onde destruí objectos por fúria.

Duas semanas se passaram desde a última conversa que tive com meu pai. O homem que eu pensava, que só me queria bem, que pensava que me compreendia melhor do que ninguém.

Estava completamente saturada desta vida miserável que estava a ter. Queria poder sair deste quarto, correr pela floresta , como fazia com o Jake, poder gritar e libertar o stress, como fazia com o meu amor. Sonho muitas vezes em voltar a , beijá-lo, ouvir a sua voz, poder sentir o seu odor, poder sussurrar junto ao seu ouvido o quanto o amo. Mas tudo não passa de sonhos. Ou não.

Poderia muito bem sair de casa, sem ninguém saber. Alice não poderia ver o meu futuro. Poderia sair num dia em que eles fossem caçar, e ficasse sozinha . Um dia , como hoje.

Toda a gente foi caçar, menos os meus pais. Ficaram na casa do campo, caso eu precisasse de alguma coisa.Eles com certeza não ouviriam, a minha fuga.

Tenho que tentar. Sinto a falta da minha antiga vida. Quero voltar a ver, tocar e falar para o meu Jake. A saudade já é ocupada pela dor que sinto, em não o poder ver.

As horas passavam, devagar. O tempo parou no momento em que o Jake saiu daquela janela, á um mês e duas semanas. A vontade de fugir, e voltar a vê-lo, crescia a cada minuto que passava.

Já estava a arrumar a minha mochila para, a minha fuga, quando ouvi um barulho em baixo da minha janela. Um odor, que eu amava pairava no exterior.

Madeira. Pêlo. Chuva.

Um ramo de esperança cresceu, no meu coração despedaçado. Inspirei aquele odor, puro através das minhas narinas. Logo um ardor e uma pequena e simples dor, atravessou o meu nariz. Era uma dor de satisfação, pois já não sentia aquele cheiro á vários dias.

Era ele. O meu lobinho. O meu Jake. Estava perto de mim.

Por impulso, saltei da janela. Parei mesmo ao lado dele. Nesse momento comecei a lacrimejar. As lágrimas que algum tempo eram de dor e sofrimento, foram trocadas pela alegria e a saudade.

  • Jake- sussurrei, com alguma dificuldade.

A sua resposta foi um latido. De um momento para o outro e sem pensar, abracei o seu enorme pescoço peludo. Encostei o meu nariz ao seu sedoso e grande pelo avermelhado. Inspirei o seu odor, e o meu corpo estremeceu. Quase desfaleci. Um meu interior era uma luta de sentimentos e de emoções. Batalhavam uns contra os outros. A tristeza dizia á alegria para se ir embora, a esperança lutava contra a dor, o amor vencia o ódio, e felizmente os sentimentos de bem venceram. Porque o meu sorriso voltou.

Jake desencadeou-se dos meus braços, e foi-se transformar atrás de uma árvore.

Esperava impacientemente , sentada numa pedra deformada. Foi então que o vi, a sair da árvore, simplesmente com uns calções vestidos. Ele andava de uma maneira que para mim era lenta de mais. Levantei-me violentamente e atirei-me nos seus braços. Sentia as suas lágrimas a caírem nos meus ombros despidos. Senti ele a inspirar o meu odor e a suspirar de alegria e satisfação.

Mas eu precisava de mais, muito mais. Desviei-me , e encostei os meus lábios aos dele.

Estremecemos os dois. Os nossos lábios estavam sincronizados, como sempre. Separei- os para dar passagem á sua língua quente. Com a minha língua explorava os cantos da sua boca.

Mordia, o seu lábio inferior, fazendo com que ele solta-se gemidos de prazer.

Naquele momento nada importava. O meu pai, a minha mãe, a vida, a minha família, a alcateia, nada importava. Eu e Jake era o mais importante. O amor que sentíamos e a dor que deixamos de sentir quando nos tornamos a beijar era o importante.

  • Nessie...meu amor. - sussurrou entre beijos- Amo-te tanto.

  • Também te amo, Jake. Nem imaginas o quanto.O amor que sinto por ti é maior que o próprio amor que sinto por mim. A alegria que estou a sentir neste momentos abala qualquer tristeza, que possa aparecer.

Jake voltou-me a juntar ao seu corpo quente, e beijou-me. As suas mãos exploravam a minha cintura e as minhas costas. Os seus lábios, invadiram o meu pescoço, solitário,até agora. A sua voz grossa apoderou-se dos meus ouvidos, para dizer palavras que me fizeram chorar.

Tudo desapareceu. A Terra parou de orbitar o sol, a lua parou de orbitar a Terra, as estrelas formavam-se a cada minuto que passava. O planeta mudou drasticamente. Porque eu estava , finalmente com Jacob Black.

estou : totalmente alegre
ouvi: Katie Melua- Closest thing to crazy
escrito: Drica às 13:19
link do post | favorito
De Isabela a 9 de Setembro de 2010 às 15:56
Olá Drica. Finalmente, Nessie e Jacob juntos. Até quero saber qual vai ser a reacção dos pais da Renesmee quando souberem. Não me deixes nesta ansiedade, posta depressa, por favor. Beijinhos.

Spam: 15º Capítulo postado leitora, espero que gostes :)


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